Das linhas que não escrevi…

…. e que me sufocam.

…. e que torturam.

…. e que ficam movimentando pensamentos tortos e tolos.

…. e que tornam trágico cada vivido, que os tornam dramáticos, intensos, densos e imensos.

…. e que me fazem querer fugir e escrever.

…. e que me fazem encarar a página dos diários virtuais, reais e querer fugir.

…. e que me fazem, ao encarar a folha em branco, não encarar absolutamente nada.

…. e que fazem lágrimas caírem e algo aqui dentro ser torcido e elaborado de alguma forma, mesmo torta.

…. e que me fazem, enfim, escrever algumas linhas sobre aquilo que senti (ainda sinto). Sobre aquilo que vivi (e ainda vivo).

Linhas escritas, enfim. Fim (?)

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2 comentários sobre “Das linhas que não escrevi…

  1. Foucault dizia que escrever é “se transformar, é desprender-se de si mesmo, disso criar-se de si mesmo. Se eu já soubesse aonde estava indo, não escreveria.”
    E acredito que além de tudo isso, escrever sobre aquilo que nos move, sobre a vida, é sempre um encontro consigo mesmo, encontrar-se com os seus múltiplos. (:
    Adorei sua página (acho que é um blog), e vim aqui só deixar um “Oi (: ”
    E que você continue sempre a usar este ato de brincar (escrever), porque agora, você tem uma leitora. ;*

    • Hey, Natany!
      Feliz de tê-la por aqui nesse pedacinho do meu mundo.
      Acredito que o Blog acaba exercendo essa função de encontro comigo, sob olhos dos outros.
      Obrigada pelo “Oi (:” e espero vê-la de volta por aqui ;*

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